"Há alguma coisa positivamente desumana em você às vezes."


 E cá estamos nós, novamente, para falar do detetive consultor Sherlock Holmes, o não mais novato de Um Estudo em Vermelho.


 "Nesse livro, o mais famoso detetive da história da literatura universal, Sherlock Holmes, tem um novo mistério para desvendar: quem matou Bartolomeu Sholto e levou o tesouro de Agra? Ao lado do dr. Watson, seu parceiro de investigação, Sherlock Holmes mais vez uma dará ao leitor uma amostra de astúcia e brilhantismo ao desvendar o caso."

"Quando eliminamos o impossível, o que resta, por mais improvável que seja, deve ser a verdade."


 Desta vez, vemos um Holmes deprimido, jogado aos trapos junto com seu vício em drogas. 

 O tédio predomina o famoso 221B da Baker Street até que uma dama, Mrs. Morstan, lhes apresenta um caso interessante. E claro que Watson, uma peça tão importante na obra, não poderia ficar de fora.

Ambos aceitam o desafio e partem para descobrir o mistério das pérolas que todos os anos parecem na casa da moça, e que possuem uma ligação com seu pai.


 No entanto, com o desdobramento do caso, sabemos o porquê das pérolas e descobrirmos um tesouro que está desaparecido. Seria fácil para Holmes encontrá-lo? Seria Holmes capaz de errar algum cálculo? Para descobrir, apenas viajando pelas ruas de Londres e pelo Rio Tâmisa.

























 Neste segundo caso de Sherlock e Watson, vemos uma dupla mais centrada, mais amadurecida, diferente da que vimos em Um Estudo em Vermelho. John, por exemplo, é incentivado à exercer seus "dons" de detetive consultor ao lado de Holmes, tentando decifrar pistas e etc. Temos um romance à vista, também, apesar de repentino.

 O mais interessante, e diferente, se comparar com o primeiro livro, é a construção da história. Narradas por Watson, somos apresentados à muitas e muitas dúvidas e muitos possíveis/diferentes fins que a obra pode ter. E, para apenas variar, o enredo toma outro rumo. Em Um Estudo em Vermelho, a história era divida em duas partes: a primeira, contanto o começo do caso e como a dupla se conheceu; e a segunda, o porquê do caso existir, narrado por outro alguém. Desta vez não, temos apenas Watson a relatar os fatos e nos apresentar o que acontece. Particularmente falando, acaba sendo melhor.

 O Signo dos Quatro é um livro que realmente vale sua ida à livraria.


"É comum ver o homem desprezar aquilo que não pode compreender."



Título: O Signo dos Quatro

Autor: Arthur Conan Doyle

Editora: Zahar

Páginas: 200









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Por Flávia Bergamin


Um Comentário

  1. Queria gostar mais de Sherlock, por enquanto e só curto as séries e filmes que existem hahaha mas tenho certeza que a leitura seria incrível! Só não consigo encaixa-la no momento!

    Beijos Joi Cardoso,
    www,estantediagonal.com.br

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