A escritora J.K. Rowling divulgou ontem, outro conto inédito do universo de Harry Potter, no Pottermore.
A história fala sobre Celestina Warbeck – ela é citada apenas três vezes nos livros, talvez você não lembre dela. A moça é uma cantora famosa que, segundo Rowling, se parece com Shirley Bassey, tanto na aparência quanto no estilo.
Confira abaixo a história traduzia pela equipe do site SagasBrasil:
Nascimento: 18 de agosto
Varinha: Feita de madeira de Larch e penas de Fênix, 10 pés e meio de comprimento, flexível
Casa de Hogwarts: Grifinória
Habilidades especiais: Habilidade de abafar um coro de Banshees, cozinhar extravagantemente e sapateado.
Parentesco: Pai bruxo, mãe trouxa
Família: Se casou três vezes; um filho
Hobbies: Viajar com estilo fabuloso, cultivar rough-croated Crups, relaxar em qualquer uma de suas oito casas.
“A sensação musical internacionalmente aclamada Celestina Warbeck (também conhecida como ‘A Cantora Feiticeira’) vem de Gales. Seu pai, um funcionário menor do Gabinete de Contato dos Trouxas, conheceu sua mãe trouxa (uma atriz falida) quando esta foi atacada por um Lethifold (Mortalha-Viva) disfarçado como uma cortina de palco.
A extraordinária voz de Celestina era evidente desde cedo. Decepcionada ao saber que não havia nada como um palco para apresentações na escola de magia, a senhora Warbeck relutantemente consentiu com a inscrição de sua filha em Hogwarts, mas posteriormente bombardeou a escola com cartas que incitavam a criação de um coral, um clube de teatro e aulas de dança para poder mostrar os talentos da filha.
Aparecendo com frequência em um coro de apoio a Banshees, os concertos de Celestina se tornaram justamente famosos. Três fãs devotados estiveram envolvidos em um desagradável acidente em que três vassouras engavetaram sobre o Liverpool enquanto estes tentavam chegar à última noite dela em sua turnê, “Flighty Aphrodite“. Seus ingressos aparecem frequentemente no mercado negro a preços muito inflacionados (uma das razões pela qual Molly Weasley nunca viu sua cantora favorita ao vivo).
Celestina tem, por vezes, emprestado seu nome e talento para boas causas, como a angariação de fundos ao Hospital St Mungo’s para Doenças e Acidentes Mágicos com a gravação do hino do Puddlemee United “Beat Black Thoses Bludgers, Boys, and Chuck That Quaffle Here“. Mais controversamente, Celestina também usou sua voz em prol de sua discordância contra o Ministério da Magia quando este tentou impor restrições sobre a forma como a comunidade bruxa foi autorizada a comemorar o Halloween.
Algumas das músicas mais conhecidas de Celestina incluem “Heart Right Out of me” e “A Cauldron Full of Hot, Strong Love“. Seus fãs são pessoas geralmente mais velhas, que gostam de seu estilo arrogante e de sua voz poderosa. O álbum “You Stole My Cauldron but You Can’t Have My Heart“, lançado no final do século 20, foi um enorme sucesso mundial.
A vida pessoal de Celestina tem fornecido muita forragem para colunas de fofocas do Profeta Diário. Um casamento precoce com um dançarino de apoio durou apenas um ano; Celestina então se casou com seu empresário, com quem teve um filho, e então o deixou e entrou num relacionamento com o compositor Irving Warble dez anos depois.”
Além do conto, o Pottermore também disponibilizou uma das músicas de Celestina. Acompanhado da banda Banshees, ela canta “You Stole My Cauldron But You Can’t Have My Heart” (você roubou meu caldeirão, mas não pode ter meu coração).
Confira o single You Stole My Cauldron but You Can’t Have My Heart de Celestina:

Palavras de JK Rowling:
“Celestina é um dos meus personagens “fora de palco” favoritos de toda a série, e tem sido parte do universo Potter desde a sua inserção, fazendo uma rápida aparição na curta série “Profeta Diário”, que produzi para os membros de um igualmente curto fã clube dirigido pela minha editora britânica, a Bloomsbury. Apesar de nunca colocarmos os olhos em Celestina durante todos os sete livros de Harry Potter, eu sempre imaginei ela semelhante à cantora Shirley Bassey, tanto no visual como no estilo. Eu roubei o seu primeiro nome de um amigo com quem trabalhei há anos atrás, na sede da Ammnesty International em Londres. “Celestina” estava simplesmente implorando para ser pego e unido à uma bruxa glamurosa.”



2 Comentários