☛ Susannah Cahalan conta o seu mês de loucura para a revista Marie Claire


 Foi um mês e tanto para Susannah Cahalan, jovem jornalista de Nova York. Tudo começou com uma picada de percevejo – o inseto parasita que, na última década, se infiltrou até nas melhores camas de Nova York. Antes de ser picada por um, no início de 2009, a americana tinha tudo o que uma jovem de 24 anos costuma querer na metrópole: um emprego promissor (era repórter do famoso jornal New York Post), um namorado, amigos DJs que a convidavam para baladas e um pequeno apartamento só para ela em Hell’s Kitchen, bairro com vida noturna agitada. No entanto, uma série de atitudes estranhas desencadearam crises e surtos paranoicos.

 A reportagem especial com Susannah, publicada neste mês na revista Marie Claire, conta a história da jornalista na luta contra a doença desconhecida. Os relatos deram origem ao livro Insana: Meu mês de loucura, publicado recentemente pela Belas-Letras. 





Confira alguns trechos da entrevista 


MC - Foi difícil escrever o livro?
SC - Muito, em especial ver os vídeos do hospital, em que eu agia como uma louca. Eu havia feito entrevistas com médicos e pessoas próximas para reconstruir o perío¬do da doença e, quando diziam algum detalhe interessante, pensava: “Isso é ótimo para a história!”. Mas, ao ver os vídeos, caí na real: estava escrevendo sobre mim mesma! Em um deles, estou tendo uma alucinação e pareço realmente assustada. Nunca tinha me visto assim – ninguém tem fotos de si mesmo quando está em pânico. Foi muito perturbador.

MC - Como seus pais lidaram com a sua loucura?
SC - Eles simplesmente não falam sobre isso. Meu pai nunca leu o livro. É difícil demais para ele. Quando estava colhendo informações para a obra e precisava perguntar algo, ele começava a chorar. Então passei a enviar perguntas por e-mail, e ele me respondia da mesma forma. Já minha mãe tende a minimizar o que passei, acho que pelo mesmo motivo. Ela é mais: “Acabou, acabou, nunca mais vamos falar a respeito”. 







☛ Destemida - Uma garota sem limites

 Qualquer garota possui o poder de convencer a si mesma sobre aquilo que é ou deseja tornar-se. Jessica Watson, ao completar 16 anos, sabia que era uma jovem sem a força de um homem adulto, e portanto precisaria encontrar maneiras de fazer coisas que fossem compatíveis consigo e com seu próprio corpo. No entanto, isso não impediu ela de se tornar a pessoa mais jovem a dar a volta ao mundo de barco, sozinha, desassistida e sem paradas.

"Para mim, navegar não é uma questão de força, mas de sabedoria, e gastei todo o meu tempo livre aprendendo sobre navegação, fosse na prática ou conversando com navegantes excelentes e escutando o que eles tinham a dizer", relata Jessica.


"Não progredir dá a sensação de que estamos apenas perdendo tempo. Descobri que a melhor maneira de parar de arrancar cabelos é adotar a estratégia “não deixar isso me afetar” que utilizo durante as tempestades. Não é ótimo que as adolescentes sejam tão teimosas? Ah, chocolate também ajuda!"

Jessica, que gosta de navegar mais do que qualquer outra coisa, é, definitivamente, uma garota de pulso firme. "Adoro o desafio de tomar minhas próprias decisões e superar os problemas que surgem", orgulha-se.

Destemida chega em breve nas livrarias de todo país.


Fotos: Julian Marques/AGVERNISSAGE



☛ Morando Sozinha - Lançamento agita São Paulo

Na última semana, a blogueira Fran Guarnieri encontrou fãs e antigos leitores durante o lançamento de seu livro, Morando Sozinha, em São Paulo. A tarde de autógrafos, que reuniu cerca de 100 pessoas, foi um momento especial para a mineira. O livro traz dicas de casa, cozinha, decoração, organização e vida financeira para garotas que pretendem dar início a uma vida independente.


☛ EVENTOS




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Por Flávia Bergamin


Um Comentário

  1. Fiquei bem curiosa com o livro Insana! Parece ser um relato bem louco, do tipo que eu gosto heuheue

    beijos
    Um Metro e Meio de Livros

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