Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

 Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

 Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.


"Chego a dizer para mim mesma que as lágrimas em meus olhos são chuva."

 O mundo de Mare Barrow é dividido entre vermelhos e prateados (sim, estou me referindo a cor do sangue).

 Os prateados representam a corte e todas as famílias ricas que são divididas por "Casas".
 Os vermelhos são toda a classe trabalhadora, aqueles que servem, a classe pobre.

 Mare cresceu no vilarejo de Palafitas, com sua irmã Gisa, seu pai que é um ex-soldado e sua mãe. Seus outros 3 irmãos foram enviados para a guerra e como ela não tem um emprego, está prestes a completar a idade também será convocada. Ela e Kilorn são amigos desde criança mas com a iminência de perder seu amigo para a guerra, Mare faz de tudo para tentar ajudá-lo. 


 Após seu plano dar errado, Mare vai fazer o que mais sabe fazer, roubar para sustentar a família. Só que dessa vez ela acaba sendo pega, porém não esperava que o rapaz fosse ter pena dela e lhe desse uns trocados. Após esse encontro, Mare é chamada para trabalhar no Palácio do rei e em uma das apresentações para encontrar um noiva para o Príncipe herdeiro ela descobre que o rapaz que lhe ajudou no dia anterior é filho do rei. 

 Outra coisa que surpreende a Mare é o que as candidatas fazem para chamar a atenção do Príncipe, elas usam seus poderes (sim, os prateados além de ricos, tem poderes) e em uma das apresentações ela acaba descobrindo que também tem poderes. À partir daí, a vida de Mare muda para sempre. Tendo que fingir ser uma pessoa que não é e ser prometida ao Príncipe mais novo, Mare tem que fingir ser um deles. Cansada de ver seu povo sofrer ela encontro apoio num grupo de rebeldes para tentar libertá-los da servidão.

"É melhor você esconder esse seu coração, Lady Titanos. Ele não vai levá-la a nenhum dos lugares a que deseja chegar."

 Eu amei de verdade o livro, a leitura é super fluída. O livro é narrado em 1ª pessoa e pelo ponto de vista da Mare. Muitos vão dizer que o livro tem semelhanças com A seleção e Jogos Vorazes. Bom, no livro a arena não é como a de Jogos Vorazes e me lembrou mais o Coliseu (pelo menos no formato), acabando assim a comparação. Sobre A seleção; não temos 35 garotas lutando pelo coração do Príncipe e muito menos a nossa "mocinha" está interessada nisso. Por ser uma distopia, o tema central é o mesmo. Tem o Pão e circo, rebeldes lutando contra a tirania dos poderosos e tentando tirá-los do poder. Vale super a pena a leitura. Recomendadíssimo.



Título: A Rainha Vermelha

Autora: Victoria Aveyard

Editora: Seguinte

Páginas: 424












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Por Luuh Oliveira


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